El 27 de junio de 2012, los Estados Unidos, la Unión Europea y el Japón solicitaron una reunión extraordinaria del Órgano de Solución de Diferencias (OSD), que se celebrará el 10 de julio de 2012, a fin de estudiar sus respectivas solicitudes de establecimiento de un grupo especial para examinar las medidas de China relacionadas con la exportación de tierras raras (DS431, DS432 y DS433).
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
OMC | Noticias 2012 - Los EE.UU., la UE y el Japón piden reunión del OSD para tratar solicitudes de establecimiento de un grupo especial con respecto a la política de China sobre las tierras raras
OMC | Noticias 2012 - Los EE.UU., la UE y el Japón piden reunión del OSD para tratar solicitudes de establecimiento de un grupo especial con respecto a la política de China sobre las tierras raras
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Pimentel defende parceria com Japão para fortalecer indústria brasileira
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Leia a entrevista do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, concedida à imprensa japonesa.
Leia a entrevista do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, concedida à imprensa japonesa.
O texto abaixo foi produzido pela Assessoria de Comunicação Social do MDIC e não é o texto original da notícia veiculada pelo jornal japonês Nikkei, nem mesmo a tradução deste.
Nikkei: Que influência a recente alta do dólar tem sobre a economia brasileira? Até que patamar essa elevação poderia ocorrer sem ameaçar a inflação?
Fernando Pimentel: Com o Real apreciado, havia dois movimentos: o Brasil perdia espaço nas exportações e as importações ficavam muito baratas. O que se observa agora é uma correção de rumo. Até o momento, o governo brasileiro não identificou risco inflação vindo dessa mudança no câmbio. O Banco Central interveio no mercado ontem (23 de maio), impedindo que o dólar ultrapassasse a barreira de R$ 2,10, numa indicação de que o patamar que está sendo trabalhado é um pouco além ou pouco abaixo de R$ 2.
Nikkei: Como o Brasil pretende fortalecer o comércio com o Japão?
Fernando Pimentel: Brasil e Japão já temos relações sólidas, históricas. Neste momento, queremos atrair mais empresas japonesas para o Brasil, queremos que venham produzir aqui. Interessam as áreas mais intensivas em tecnologia, como a indústria naval, eletroeletrônica, automotivas, de petróleo e gás. Nosso mercado tem sido historicamente fornecedor de matéria-prima e alimentos. Nós queremos aprimorá-lo. Em vez de o Japão simplesmente vender para o Brasil, queremos dar mais qualidade à indústria brasileira.
Nikkei: Há possibilidade de um tratado de livre comércio Brasil-Mercosul?
Fernando Pimentel: A possibilidade existe, mas a crise econômica internacional atual torna essa possibilidade mais distante. A crise levou países da região a uma postura mais defensiva em relação ao comércio internacional – e eu menciono a Argentina, que tem mais dificuldade do ponto de vista cambial e industrial. Hoje, há dificuldade de acordo não com o Japão especificamente, mas com qualquer país. Acredito que passado o momento mais agudo da crise, em um ou dois anos poderemos caminhar na direção de um acordo. Há interesse do Brasil num acordo com o Japão.
Nikkei: Por que o Brasil está adotando uma postura mais protecionista, com aumento de IPI para automóveis, revisão do acordo automotivo com o México?
Fernando Pimentel: Não se trata de protecionismo. Temos aperfeiçoado nosso mecanismo de defesa do mercado interno, com o objetivo de preservá-lo para empresas que produzem aqui. Todas as empresas automotivas que estão no Brasil são multinacionais, inclusive as japonesas. O que fizemos foi atrair mais investimentos para o Brasil. As empresas que simplesmente vendem aqui podem passar a fabricar aqui. O Brasil é o terceiro mais mercado automotivo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Queremos incentivar que mais empresas venham para cá.
Nikkei: Mas sem a concorrência externa essas empresas instaladas aqui não poderiam se enfraquecer?
Fernando Pimentel: O mercado brasileiro é aberto, não há proibição a nenhum tipo de produto. O que fizemos foi criar condições mais favoráveis a quem produz aqui. Hoje, de 15% a 20% do mercado de consumo brasileiro é ocupado por importados. Há alguns anos, esse percentual não chegava a 10%. Não estamos nos fechando, o que queremos é que as empresas venham produzir aqui.
Brasil e Japão assinam memorandos em tecnologia naval e petróleo
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, assinou dois Memorandos de Entendimento durante visita ao Japão. Na última terça-feira, Pimentel e o ministro japonês da Terra, Infraestrutura, Transportes e Turismo, Takeshi Maeda, assinaram documento que prevê transferência de tecnologia entre os dois países na área naval.
O memorando, com validade prevista de cinco anos, é parte do esforço brasileiro para importar e desenvolver tecnologia em um setor que deverá passar por grandes transformações com o início da exploração da camada de petróleo do pré-sal. Pimentel estima que nos próximos seis anos o Brasil precisara de aproximadamente 5 mil embarcações – desde sondas de extração de alta complexidade a barcos de apoio – para explorar o petróleo em águas profundas.
Já nesta quarta-feira, ultimo dia da visita a Tóquio, Pimentel e o ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, Yukio Edano, participaram da cerimônia de assinatura de um memorando para a associação entre as empresas SOG Óleo e Gás S/A, do Brasil, e Toyo Engineering Corporation, do Japão. As duas companhias vão formar duas empresas que atuarão no Brasil justamente na área de construção e integração de plataformas marítimas. O inicio das operações está previsto para junho de 2012.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Falta produto japonês no varejo brasileiro
| Fonte: Valor Econômico |
| Autora: Letícia Casado |
Em 11 de março de 2011 o Japão viveu uma tragédia. O terremoto, seguido de tsunami e de um acidente nuclear, devastou o nordeste do país. Passado mais de um ano, as exportações não estão normalizadas. Os restaurantes de comida japonesa no Brasil ainda têm dificuldades em encontrar alguns tipos de peixes, algas e saquês. No bairro do Itaim, na zona sul de São Paulo, o restaurante Shigueru substituiu ingredientes japoneses do cardápio por similares dos Estados Unidos, Coreia do Sul ou China. Um caso é o de algas marinhas: a empresa que as produz ainda é a mesma, mas desde o ano passado, o produto vem de criações dos Estados Unidos, não do Japão. O restaurante trocou o wasabi japonês, um dos principais temperos dessa culinária, pelo americano. "Há estabelecimentos que optam pelo wasabi coreano, é uma alternativa", diz Roberto Hiromi, sócio do Shigueru. No quesito peixes, o hamachi, considerado de carne nobre, simplesmente saiu do cardápio, assim como o saquê japonês Hakushika - a opção foi oferecer o Ozeki, engarrafado na Califórnia, e rótulos nacionais. Outra solução foi criar um shoyo "da casa", que contém menos molho japonês e mais nacional. "As importadoras racionaram os produtos, para atender todos os restaurantes", diz Hiromi. Os comerciantes da Liberdade, bairro no centro de São Paulo que abriga parte da comunidade japonesa no país, também sentem a falta de produtos. Maurício Kamashiro, gerente do Espaço Kazu, conta que a pasta de soja fermentada, usada para fazer sopa, temperar peixe e salada, foi trocada por uma nacional, assim como um caldo que serve de base a outras receitas. O macarrão udon, grosso e feito no Japão, sumiu das prateleiras. A solução foi comprar um coreano. Já o macarrão lamen, mais fino, agora é feito na cozinha do Espaço Kazu, seguindo receitas tradicionais na região da Liberdade. "Tivemos que procurar fornecedor de farinha, comprar máquina e treinar pessoal para aprender a fazer o prato", diz Kamashiro. A rede Max Sushi, com oito unidades no Sudeste e no Centro-Oeste, trocou a pimenta shirachi por uma coreana. "Mas não é a mesma coisa. Usávamos em temperos e patês, e nos adaptamos. Testamos uma chinesa e outra coreana, e gostamos bastante da coreana", diz Thiago Lima, um dos sócios. Após o terremoto, o governo brasileiro impôs restrições à importação de alimentos e bebidas do Japão - por receio de contaminação radioativa. O número de fiscalizações aumentou consideravelmente, dizem empresários ouvidos pelo Valor, e isso provocou lentidão na liberação de cargas. |
quarta-feira, 28 de março de 2012
Terras-raras: dormindo em berço esplêndido
| Fonte: Correio Braziliense Autora: Teresa Surita |
O Brasil possui extensas reservas de minerais estratégicos, mas dorme ao dimensionar a sua importância, desenvolver tecnologia e construir cadeias produtivas. Não dispomos de empresas nacionais que dominem a cadeia produtiva dos terras-raras. Somos dependentes de importações, assim como os Estados Unidos, cujas empresas que fabricam produtos de tecnologia de ponta correm o risco de sofrerem prejuízos crescentes em virtude do monopólio chinês da produção e comercialização de óxidos e ligas de elementos terras-raras. O que levou o presidente Barack Obama a abrir fogo contra a China. Incomodado com a dependência do fornecimento chinês, o governo norte-americano, e seus aliados europeus e japonês, decidiram instaurar um contencioso no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) para reverter a decisão daquele país de impor cotas para a exportação de terras-raras. O assunto, até há pouco de domínio exclusivo de especialistas na matéria, tornou-se, recentemente, foco de preocupação do Conselho de Altos Estudos da Câmara dos Deputados, que aprovou requerimento de minha autoria destinado a investigar, este ano, o tema, para propor medidas capazes de definir uma política de Estado a respeito da exploração e da cadeia produtiva dos terras-raras no país. Em virtude do jus esperneandi de Obama, o tema ganhou repercussão mundial, permitindo que uma grande quantidade de pessoas soubesse que os elementos terras-raras retirados de minérios transformam-se em produtos indispensáveis, como os smartphones. Também, porque o presidente dos Estados Unidos trombeteou que "nossos concorrentes precisam saber que não escaparão impunes se contornarem as regras". No caso, as regras internacionais de comércio que a China atropela com regularidade ao impor cotas e tarifas de exportação ao seu bel prazer. Como a extração e processamento de terras-raras geram subprodutos tóxicos e também radioativos, o governo chinês decidiu estabelecer exigências para que os exportadores do produto obtenham certificados de cumprimento das leis ambientais antes de atenderem encomendas do exterior, repudiando ao mesmo tempo as acusações de que se tratava de uma estratégia para forçar mais fábricas norte-americanas, europeias e japonesas a se instalarem na China. O contencioso instaurado por iniciativa dos Estados Unidos provavelmente não terá solução em curto prazo, uma vez que a China replanejou suas ações a partir de veredicto anterior da OMC que a condenou a desmontar sua estratégia de promover a dependência das grandes economias de nove matérias-primas industriais, como a bauxita. Especialistas consideram que a reação dos EUA veio muito tarde. Como observou Karl A. Gschneider, da Universidade Estadual de Iowa (EUA), "a China já está reduzindo a oferta e controlando as coisas há dois anos". O governo brasileiro manifestou-se sobre o assunto. Informou que pretende concluir até 2014 um mapa com novas áreas para exploração de terras-raras empregadas na indústria de alta tecnologia e revelou que serão destinados R$ 18,5 milhões à tarefa, que será liderada pelo Serviço Geológico do Brasil, vinculado ao Ministério de Minas e Energia. É, sem sombra de dúvida, saudável, adequada e conveniente a iniciativa do governo. Mas qual a política a ser implementada para evitar que a indústria brasileira de produtos de alto valor agregado tenha condições de escapar às imposições chineses? A Petrobras, por exemplo, depende da importação de óxido de lantânio para a fabricação de catalizadores indispensáveis à produção de gasolina e óleo diesel. Diante de hipotética escassez, a produção de combustíveis no país poderia sofrer graves transtornos. Ao se falar, portanto, em uma política nacional para o setor, é indispensável questionar que esforços permitirão a implantação de um centro de pesquisa especializado em terras-raras e minerais estratégicos, semelhante ao que existe no setor petrolífero. E é preciso, também, saber como se incentivará a criação de empresas nacionais destinadas a produzir óxidos e ligas de terras-raras. Para escapar ao oligopólio estatal chinês, o Brasil precisa dominar o ciclo produtivo dos terras-raras e construir sua cadeia produtiva. Tendo em vista as sutilezas que caracterizam a disputa e seu imprevisível resultado, é estratégico equacionar essas questões. Uma política nacional de terras-raras e metais estratégicos é, pois, urgente e estratégica. Não podemos continuar dormindo em berço esplêndido. |
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Embargo japonês ao petróleo do Irã
| Correio Braziliense |
| Autora: Carolina Vicentin |
Honras militares O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, desembarcou ontem em Quito, na última parada da viagem pela América Latina. O líder islâmico foi recebido com honras militares na base aérea de Guayaquil, de onde partiu para reuniões privadas com o presidente Rafael Correa. Antes de chegar à capital equatoriana, ele passou pela Venezuela, pela Nicarágua e por Cuba. Na ilha, ele se encontrou com o ex-presidente Fidel Castro e com o atual mandatário, Raúl Castro. O iraniano reforçou os laços de amizade com os cubanos e obteve apoio para o uso pacífico da energia nuclear. A diplomacia norte-americana atravessou o mundo e conseguiu apoio de um importante aliado na pressão internacional que busca exercer sobre o Irã. O Japão, terceiro maior comprador do petróleo iraniano, aceitou impor um embargo às importações provenientes da república islâmica. A sanção ainda não tem data para entrar em vigor, mas os japoneses já quebram a cabeça para encontrar fornecedores alternativos. Analistas ouvidos pelo Correio afirmam que o aumento das restrições pode levar o país dos aiatolás a um colapso financeiro, como desejam os Estados Unidos. Isso, no entanto, não impediria um eventual conflito no Golfo Pérsico, a quebra do mercado petroleiro e consequências severas para a economia global, especialmente para as nações do leste asiático. O anúncio da decisão japonesa foi dado após uma reunião do ministro das Finanças, Jun Azumi, com o secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner. "O assunto nuclear é um problema que o mundo não pode ignorar. Por isso entendemos perfeitamente as ações empreendidas pelos Estados Unidos", disse Azumi. "Trabalhamos estreitamente com a Europa, o Japão e nossos aliados do mundo inteiro para incrementar consideravelmente a pressão contra o Irã", reforçou Geithner. O jornal Yomiuri Shimbun noticiou, no entanto, que os japoneses estariam tentando convencer os EUA a não levar as medidas restritivas para os bancos do país, que mantêm muitos negócios com as autoridades iranianas. |
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Japão reduz restrições sobre comércio de armas
Fonte: Agência Brasil
Autora: Renata Giraldi*
Depois de 49 anos sob uma rígida
legislação sobre o comércio de armas, o governo do Japão decidiu reduzir as
restrições, abrindo oportunidades para produzir e exportar armamento para países
aliados, assim como destiná-lo a operações com fins humanitários. No entanto,
algumas medidas, como a proibição de comercialização com países comunistas,
serão mantidas.
O ministro porta-voz do governo japonês, Osamu Fujimura, disse hoje (27) que,
após o Conselho de Segurança ter chegado ao acordo, a revisão da norma permitirá
alterações na lei para aumentar o comércio de armas com países considerados
amigos.
Pela legislação aprovada pelo primeiro-ministro Eisaku Sato em 1967 e
ratificada em 1976, o Japão está proibido de vender armas a países comunistas,
sujeitos a embargos pela Organização das Nações Unidas (ONU), e aos que estão
envolvidos em conflitos internacionais.
Apesar da redução de restrições, o governo japonês manterá esses princípios,
assim como vai partilhar os equipamentos do Exército em operações humanitárias
ou de paz desenvolvidas pela ONU.
*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa // Edição: Juliana Andrade
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Sobrou para o Itamaraty a tarefa de explicar aumento do IPI na OMC
Nenhum ministro se posicionou para defender a medida após pedido de informações feito nesta sexta por Japão, Coreia, Estados Unidos, Austrália e União Europeia
Apesar da polêmica sobretaxação dos automóveis importados já começar a causar constrangimentos internacionais ao Brasil, membros da equipe econômica não responderam aos questionamentos feitos por diversos países na Organização Mundial do Comércio (OMC).
Cientes das reclamações, os ministérios responsáveis pela medida preferiram empurrar o problema para o Itamaraty, que terá que lidar com a insatisfação de importantes sócios econômicos do País.
No dia 15 do mês passado, os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) anunciaram a elevação em 30 pontos porcentuais das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos que não tenham ao menos 65% de seus componentes fabricados no País.
Carros importados da Argentina e do México escaparam da medida, bem como os produzidos no Uruguai.
Mas diante do pedido de informações feito ontem pelo Japão no Comitê de Acesso a Mercados da OMC, nenhum ministro se posicionou para defender a medida.
À reclamação japonesa, seguiram-se manifestações no mesmo sentido da Coreia, Estados Unidos, Austrália e União Europeia.
Para representantes do Desenvolvimento, porém, como a medida adotada foi de ordem tributária, apenas a Fazenda poderia dar mais explicações.
Nos bastidores, contudo, comenta-se que a pasta que também é responsável pela indústria e pelo comércio exterior não quer ser chamada a se explicar sobre os eventuais efeitos colaterais de uma medida que foi desenhada por completo em outro prédio da Esplanada, idealizada pelo ministro Mantega e seus assessores diretos.
Como na Fazenda o silêncio também foi a resposta adotada, sobrou para o Itamaraty a incumbência de elaborar uma defesa para o mecanismo. Já esperando que o assunto fosse mencionado na reunião mesmo estando fora da pauta, os representantes brasileiros na OMC responderam às demais delegações que a medida tem prazo determinado (até 31 de dezembro de 2012) e não teria, até agora, reduzido o comércio de veículos importados no País.
Os diplomatas estrangeiros também foram informados que o Brasil estaria disponível para prestar esclarecimentos bilateralmente, mas que não poderia, naquele momento, apresentar mais dados por causa do pouco tempo que havia tido antes da reunião.
O governo brasileiro se recusa a admitir que a medida de aumento do IPI em 30 pontos percentuais seja protecionista. Na visão do Itamaraty, a decisão foi tomada para "sanar desequilíbrios no comércio internacional", e não proteger as montadoras de automóveis instaladas no Brasil.
Fonte: O Estadão
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