Mostrando postagens com marcador Reino Unido. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reino Unido. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Ministro assina carta de intenções com governo do Reino Unido

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e o ministro britânico para o Desenvolvimento Internacional, Andrew Mitchell, assinam carta de intenções nesta quarta-feira, 11 de abril. O documento estabelece a cooperação entre Brasil e Reino Unido para apoiar projetos voltados à agricultura climaticamente inteligente e à segurança alimentar, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

A carta prevê o incentivo a atividades tais como o intercâmbio de informações tecnológicas e de pesquisadores bem como a cooperação internacional de projetos entre os países. A assinatura dá continuidade ao convênio firmado em junho pelos dois países por meio do Ministério da Agricultura do Brasil e do Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Governo do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (DFID).

Além dos ministros, participam ainda da assinatura o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes, o diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Marco Farani, e o embaixador do Reino Unido no Brasil, Alan Charlton.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Argentina pede que empresas evitem produtos britânicos

Fonte: Valor Econômico
Autor: César Felício

O governo da Argentina está orientando as grandes empresas importadoras do país a substituir as suas importações do Reino Unido por outras procedências. A medida, que foi tomada em caráter informal, por meio de telefonemas da ministra da Indústria, Débora Giorgi, de acordo com a agência oficial de notícias Telam, estaria diretamente relacionada com a escalada de tensão com os britânicos por conta da disputa sobre a soberania das ilhas Malvinas, ou Falklands, no Atlântico Sul.

Neste ano, completam-se três décadas do fim da guerra entre os dois países em 1982, ganha pelos ingleses. Entre as medidas adotadas na Argentina, esteve uma provocação anteontem, quando o governo provincial da Terra do Fogo impediu que um navio de cruzeiro turístico britânico com 2.600 passageiros atracasse em seu território. A ordem partiu diretamente da governadora Patricia Rios.

Desde 1º de fevereiro, o governo argentino passou a submeter todas as importações do país a um exame, por meio da apresentação por parte do importador de uma declaração jurada em que se deve dizer o que se pretende comprar, onde, em que quantidade e por quanto. Assim, em tese, fica possível à Argentina bloquear todas as suas compras do Reino Unido.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Reino Unido quer dobrar negociações comerciais com Brasil até 2015

Fonte: Agência Brasil
Autora: Carolina Gonçalves

Rio de Janeiro – No último dia da visita oficial ao Brasil, o ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, reafirmou hoje (19), no Rio de Janeiro, a meta de dobrar as negociações comerciais com o Brasil até 2015. A mesma expectativa de incremento comercial se estende à Colômbia e ao México como uma das estratégias do Reino Unido para estreitar laços com países latino-americanos, em vários setores.

“Nós somos o quarto maior investidor no Brasil hoje. Nossas exportações para o Brasil cresceram 23% em 2010 e 9%, em 2011. Companhias britânicas como a British Gas, British Petroleum, Rolls Royce e Shell vêm investindo muito no país, principalmente no Rio”, disse Hague, destacando o interesse especial na relação com o Brasil, reconhecendo a importância que o país assumiu no cenário político e econômico mundial.

Nos últimos 18 meses, ministros britânicos fizeram 37 visitas ao continente. A metade dessas viagens oficiais teve o Brasil como destino. Hague ainda garantiu que a economia do Reino Unido, afetada pela crise europeia, não será recuperada a partir da exploração de nações mais pobres. “Estamos mostrando isso, através das nossas ações”, disse o chanceler britânico.

No pronunciamento feito depois de um almoço oferecido pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes, para tratar da preparação do estado do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016, o ministro britânico também voltou a defender a posição do Reino Unido em questões diplomáticas.

Hague reiterou a postura da Inglaterra na disputa pelas Ilhas Malvinas com a Argentina e também destacou a posicionamento do governo britânico favorável ao desarmamento nuclear, assim como a defesa de uma reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas com a garantia de um assento permanente para o Brasil.

Em visita de britânico, Brasil apoia Argentina

Fonte: O Estado de S. Paulo
Em Brasília, Patriota diz a chanceler da Grã-Bretanha que País e região reconhecem soberania argentina em disputa pelas Ilhas Malvinas

O chanceler brasileiro, Antonio Patriota, disse ontem a seu colega britânico, William Hague, que o Brasil e a região latino-americana apoiam a soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas.
Durante visita a Brasília, Hague elogiou o poder político do País, mas disse que a posição britânica em relação à ilha não vai mudar apesar da pressão argentina.

"As decisões da Unasul (União de Nações Sul-americanas) e do Mercosul são públicas e não há necessidade de reafirmá-las", disse Patriota depois de ser questionado se o Brasil reitera a decisão do Mercosul, feita em dezembro, de proibir o ingresso a portos do bloco de navios que estejam com a bandeira das Malvinas, em apoio à reivindicação da Argentina. "Hague sabe que o Brasil, a Unasul, diria que até a comunidade latino-americana e o Caribe apoiam a soberania argentina sobre as Ilhas Malvinas", afirmou o chanceler brasileiro. "Apoiamos as resoluções das Nações Unidas que insistem que os governos argentino e britânico dialoguem sobre o tema."

Hague, no entanto, defendeu a posição do governo britânico sobre o impasse, mas disse que a diferença de opiniões não deve afetar a "crescente e produtiva" relação com o Brasil.

Acusação. A Grã-Bretanha acusou ontem a Argentina de "colonialismo" ao reivindicar a posse das ilhas, motivo de conflito entre os dois países há 30 anos. As ilhas ficam no Atlântico Sul e estão sob controle britânico.

Reino Unido reafirma opção por sanção ao Irã

Fonte: Valor Econômico
Autor:  Sergio Leo

O Irã só precisa apresentar uma proposta de negociações substanciais ("meaningful negotiations") sobre seu programa nuclear para atrair à mesa as potências ocidentais, mas nem isso impedirá eventuais sanções contra o país durante os esforços diplomáticos, avisou o secretário (ministro) do Exterior do Reino Unido, William Hague, após almoço de duas horas e meia com o ministro de Relações Exteriores, Antônio Patriota. Irônico, Hague disse ser "sugestivo" que o Irã sempre apresente propostas de negociação às vésperas de encontros marcados para discutir sanções ao país.

"Não seremos detidos pela simples sugestão de que pode haver negociação", disse Hague, confirmando a reunião dos ministros de Relações Exteriores da União Europeia, na segunda-feira, para decidir um embargo ao petróleo iraniano. Patriota, ao lado, fez questão de expressar a posição brasileira contrária a sanções unilaterais não aprovadas na Organização das Nações Unidas. "Há grande ceticismo no Brasil sobre o efeito positivo que sanções, sobretudo as que afetam a população civil, possam ter numa situação como essa", disse o ministro brasileiro.

"Há ainda mais ceticismo em relação ao recurso à força antes que sejam esgotados todos os esforços", disse o Patriota, que reconheceu, porém, a incapacidade demonstrada pelo irã em eliminar dúvidas sobre o eventual uso bélico de seu programa nuclear.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Um acordo carregado de empecilhos

Fonte: Valor Econômico
Autor: Wolfgang Münchau
A União Europeia (UE) destruiu na semana passada a ilusão de que a região do euro e o Reino Unido poderiam coexistir alegremente dentro da UE. Esse motivo pode ter tornado o encontro de cúpula histórico. A decisão de criar uma união fiscal fora dos tratados europeus, no entanto, não fará nada em absoluto para resolver a crise da região do euro.

Há diferentes noções de união fiscal - algumas mais integradas, algumas menos, algumas obcecadas com a disciplina fiscal, outras com os bônus conjuntos. Seja qual for sua preferência, no entanto, essa união não é algo recomendável de levar-se adiante fora dos tratados europeus. Os atuais tratados formam a base legal para toda a coordenação política da união monetária. Quando se tenta contorná-los, a situação fica muito confusa.

Mudar tratados é tarefa complicada e entendo porque não há grande apetite em promover essas alterações. Todos ainda lembram-se do tratado constitucional fracassado da década passada. O que é conhecido como Tratado de Lisboa levou quase dez anos desde sua origem até a ratificação. Um novo tratado exige o consentimento de todos os integrantes, uma convenção, uma conferência intergovernamental, um acordo final no Conselho Europeu e Parlamento Europeu e, então, a ratificação de cada país, em alguns por meio de referendo.