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quarta-feira, 21 de março de 2012

Brasil apoia colombiano para dirigir Banco Mundial

Fonte: Valor Econômico
Autor: Por Sergio Leo

O Brasil deve apoiar um candidato sul-americano, José Antônio Ocampo, ex-secretário-geral da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), para a presidência do Banco Mundial, que ficará vaga em junho com a saída do atual presidente, o americano Robert Zoellick. Segundo apurou o Valor, o governo brasileiro já informou o governo da Colômbia que apoia Ocampo, colombiano que também foi subsecretário-geral para Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, chegou a ser cogitado pelo governo de Juan Manuel Santos como candidato ao comando do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Ao lhe perguntarem sobre o assunto, ontem, o assessor internacional da presidência da República, Marco Aurélio Garcia, confirmou a decisão brasileira de lançar um candidato dos países emergentes à direção do Banco Mundial, mas se recusou a falar em nomes, alegando que o anúncio será feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. "Noutro dia já fui admoestado, com razão, por ter dito o que só a torcida do Corinthians e do Flamengo sabiam, que o juro ia cair", gracejou, lembrando sua declaração sobre a iminente queda de juros, durante viagem a Hannover, que o levou a ser repreendido pela presidente Dilma Rousseff.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Acordo bilateral facilita comércio com EUA e Canadá

Fonte: Valor Econômico

Um país que oferece altas taxas de crescimento, ambiente macroeconômico estável, oportunidades de investimentos em diversos setores e um crescente acesso ao mercado internacional. Essa é uma face da imagem que a Colômbia tem transmitido internacionalmente.

Com crescimento de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado; inflação anual sob controle, em 3,73%; e contas públicas em patamares internacionais - débito na faixa dos 35% do PIB - o país recebeu em 2011 o grau de investimento de agências de classificação de risco. Um "selo de qualidade", uma classificação que mostra o mais alto nível de segurança de um país honrar seus compromissos.

O cenário, que tem atraído empresas e investidores, tem também projetado o país andino em diversos acordos de livre comércio, como os fechados com o Canadá e os EUA. A Colômbia negocia ainda um acordo com a União Europeia. "Esses são sinais poderosos para os setores público e privado colombiano e para seus parceiros comerciais", afirmou, em entrevista ao Valor, Hernán Vallejo, professor do Departamento de Economia da Universidad de los Andes, uma das mais importantes do país.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

México, Chile, Colômbia e Peru se unem para formalizar a Aliança do Pacífico

Fonte: Agência Brasil

Os governos do México, do Chile, da Colômbia e do Peru se comprometeram a formalizar, em seis meses, a Aliança do Pacífico. A criação do órgão ocorrerá na capital chilena, Santiago. O presidente do México, Felipe Calderón, disse ainda que o Panamá deverá integrar o grupo "dos países irmãos" como observador.