Mostrando postagens com marcador Hungria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hungria. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de março de 2012

Ministro sela acordo de cooperação com empresários húngaros

Fonte: Ministério Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Empresários querem aumentar o comércio a partir da cooperação técnica, nas áreas de café, soja e no setor de avicultura, e ainda em projetos de aquicultura

O avanço nas tratativas de comércio bilateral agrícola entre Brasil e Hungria começa a ganhar novos contornos com a presença do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Mendes Ribeiro Filho, em reunião com uma comitiva de empresários húngaros em Budapeste, na manhã desta terça-feira, 27 de março. O segundo encontro da missão governamental do Mapa na Europa, que aconteceu na embaixada do Brasil na capital, prosperou e abriu novas perspectivas para o mercado do Leste Europeu. Na parte da tarde, Mendes estará cumprindo agenda com o ministro do Desenvolvimento Rural húngaro, Sándor Fazekas, para estreitar ainda mais as relações entre os dois países.

A comitiva empresarial húngara, representada em sua maioria por dez importadores e representantes de processamento de matéria-prima de base agrícola, está otimista em aumentar o comércio a partir da cooperação técnica, nas áreas de café, soja e no setor de avicultura, e ainda em projetos de aquicultura. Para o ministro brasileiro, que ajusta o acordo de cooperação comercial, buscar novos mercados e estimular negócios com importadores europeus de matéria-prima nesta região aumenta a responsabilidade dos brasileiros para a segurança alimentar. “O Brasil tem feito um trabalho reconhecido pelo mundo na produção de alimentos. Mesmo com o aumento das exigências, estamos dando mais um passo na Hungria”, relatou Mendes.

Outros acordos de cooperação para pesquisa de solo e produção graneleira em sementes devem avançar, sobretudo, baseada em uma planificação de pesquisa climática, ao qual a Hungria domina na Europa. “Não há nenhuma área mais forte na Hungria do que a agricultura para estabelecer uma plataforma de fomento entre os dois países”, avaliou Mendes Ribeiro Filho.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Hungria aguarda FMI para negociação de empréstimo

Fonte: Estadão

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse que o Fundo Monetário Internacional (FMI) é quem deverá fazer agora o próximo movimento antes que as conversações sobre um empréstimo possam ser retomadas. Orban afirmou à rádio pública que o governo discutiu emendas necessárias exigidas pelo FMI e a Comissão Europeia como uma precondição para as conversações sobre um acordo de empréstimo, mas que ainda aguarda notificação formal desses termos.

Ele afirmou que o gabinete se reuniu ontem sobre as emendas planejadas à polêmica lei do governo para o banco central e que as objeções à legislação levantadas pela UE e o FMI poderá ser rapidamente e facilmente resolvidas.

No entanto, Orban ressaltou que o FMI não notificou formalmente o governo húngaro sobre suas preocupações em relação à legislação - eles fizeram somente um comunicado sobre essa questão à imprensa e discutiram isso informalmente.

Orban se encontrará com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, no dia 24 de janeiro, quando ele espera alcançar um acordo sobre todas as questões em curso. Ele reiterou que o governo busca uma rápida conclusão para as negociações. As informações são da Dow Jones.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

República da Hungria? Não, somente Hungria!

Em abril de 2011, foi aprovado o novo texto da Constituição da Hungria, apesar de sua vigência ter iniciado em 01 janeiro de 2012.

Várias mudanças ocorreram e algumas têm causado certa insegurança na União Européia.

Uma destas mudanças refere-se ao nome do próprio país, que passou de “república da Hungria” para, simplesmente, Hungria.

Além disso, segundo o Jornal Negócios Online, a nova Carta “dá poderes ao Governo que estão a provocar calafrios na União Européia. Ninguém sabe o que vem aí”.

O que vocês acham??? Para mim parece que a crise econômica e política da região tende aumentar. Porém espero que os governantes entendam que a solução não é o fim da União Européia, pelo contrário, precisam de mais união!