| Fonte: Valor Econômico |
| Autor: Jacilio Saraiva |
A inovação não é uma questão de luxo para as empresas, mas de sobrevivência. Quem garante é o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, um dos conferencistas do Seminário Internacional sobre Pequenos Negócios, promovido pelo Sebrae, em São Paulo. "A inovação e a tecnologia, tradicionalmente, foram consideradas como subprodutos do crescimento econômico e não como pré-requisitos para o desenvolvimento". Segundo o especialista, o cenário começou a mudar com políticas públicas que elegem a inovação como diretriz. Em junho, a Finep vai apresentar na Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, no Rio de Janeiro, uma feira de negócios sustentáveis para fundos investidores. Para ele, a inovação terá mais campo fértil para florescer no Brasil a partir de melhores relações entre universidades e empresas, aportes em capacitação de recursos humanos e estímulos ao mercado de fundos de capital semente, capazes de transformar os negócios em crescimento. De acordo com Arbix, a construção de programas nacionais de desenvolvimento ganhou velocidade a partir de 2007, com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Plano Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação e o Plano Nacional de Educação. "Essas iniciativas desenvolveram novas perspectivas para o país. Foi a primeira vez que uma ação do governo incorporou a inovação como parte integrante", avalia. Com esse empurrão, outras políticas públicas industriais voltam ao cenário, mais abertas à propostas inovadoras. |
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
Para sobreviver é preciso inovar
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